Plano
Legislativo
Compromissos para um mandato federal com experiência, firmeza e proteção. Nove eixos de atuação, com propostas detalhadas e o que cada uma significa na prática.


Proteger não é apenas uma missão.
É uma responsabilidade.
Escolhi a segurança pública como missão de vida. Primeiro, como soldado da Polícia Militar e, depois, como delegada de polícia. Foram anos na linha de frente, ouvindo vítimas, investigando crimes, enfrentando a violência e conhecendo de perto as falhas que ainda precisam ser corrigidas.
Como vereadora de Uberlândia, levei essa experiência para o Legislativo e compreendi ainda mais a força de uma lei bem construída, de uma fiscalização séria e de um recurso público destinado com responsabilidade. Agora, quero levar esse trabalho para Brasília e representar Minas Gerais na Câmara dos Deputados.
Este plano não é uma lista de promessas impossíveis. É um compromisso com aquilo que um mandato federal pode e deve fazer: aperfeiçoar leis, fiscalizar o Governo Federal, acompanhar o orçamento, destinar recursos, cobrar resultados e unir instituições para transformar as necessidades da população em ações concretas.
Quero trabalhar para que mulheres tenham proteção e condições para romper ciclos de violência; para que crianças e adolescentes estejam mais protegidos do abuso e da exploração sexual; para que as forças de segurança tenham estrutura e valorização; e para que nossas leis sejam mais firmes contra quem escolhe o caminho do crime.
Segurança também é garantir ao cidadão o direito de trabalhar, conquistar seus bens, cuidar da sua família e viver sem medo de perdê-los para a criminalidade. Quem comete crimes precisa ser responsabilizado e cumprir efetivamente as penas previstas em lei.
Firme contra o crime. Humana com as vítimas.
Responsável com o dinheiro público.
Experiência de quem conhece a segurança pública por dentro.
Polícia Militar
Início da trajetória na segurança pública, como soldado.
Delegada de Polícia
Mais de 18 anos de experiência na investigação e no atendimento às vítimas.
Vereadora de Uberlândia
Experiência legislativa, fiscalização e defesa de políticas públicas.
Câmara dos Deputados
Levar a experiência prática para representar Minas Gerais em Brasília.
Uma trajetória que reúne experiência operacional e investigativa, conhecimento da realidade das vítimas, vivência legislativa e diálogo com segurança, Justiça, saúde, assistência, educação e municípios.
O que uma deputada federal pode fazer?
A deputada federal representa a população na Câmara dos Deputados. Suas funções centrais são legislar, fiscalizar e participar das decisões sobre o Orçamento da União. Este plano foi construído dentro dessas competências.
Legislar
Apresentar projetos de lei, propor mudanças em normas existentes, relatar matérias, participar de comissões e construir maiorias para aprovar soluções.
Fiscalizar
Cobrar informações do Governo Federal, acompanhar políticas e contratos, convocar autoridades, solicitar auditorias e verificar se as leis estão sendo cumpridas.
Atuar no orçamento
Apresentar emendas e defender recursos federais para segurança, saúde, proteção das mulheres, infância, assistência e prevenção.
Articular
Unir União, Estado, municípios, sistema de Justiça, forças de segurança, universidades, iniciativa privada e terceiro setor em torno de resultados concretos.
Ouvir e prestar contas
Manter diálogo permanente com a população, especialistas e profissionais da linha de frente, divulgando propostas, votos, emendas e resultados do mandato.
Nove eixos para proteger vidas e garantir dignidade.
Clique em cada eixo para ver os compromissos detalhados, o objetivo de cada frente e os instrumentos que o mandato vai usar para colocá-los em prática.
Quem vive a segurança pública sabe que o enfrentamento ao crime não depende apenas de discursos duros. Exige investigação eficiente, integração de dados, inteligência, tecnologia, profissionais valorizados, uma Justiça capaz de dar respostas em tempo adequado e leis firmes que funcionem na prática.
Fortalecer o enfrentamento à criminalidade, da investigação ao julgamento e ao cumprimento da pena, garantindo estrutura para quem combate o crime, maior efetividade da Justiça e mais segurança para a população.
Compromissos legislativos e de mandato
- 01
Integração real do Sistema Único de Segurança Pública
Fiscalizar e aperfeiçoar a integração de dados, inteligência, protocolos e operações entre União, Estados e municípios, reduzindo falhas de comunicação e fortalecendo a atuação conjunta contra a criminalidade.
- 02
Investigação com tecnologia e produção de provas
Defender investimentos em perícia, inteligência, laboratórios, bancos de dados integrados, rastreamento financeiro, investigação de crimes digitais e formação continuada dos profissionais.
- 03
Mais estrutura e agilidade para a Justiça
Atuar no Congresso Nacional para apoiar medidas que ampliem a capacidade de funcionamento do sistema de Justiça, respeitada a autonomia do Poder Judiciário, e defender recursos para modernização, tecnologia e melhoria da estrutura da Justiça Federal. Também cobrar e apoiar iniciativas dos órgãos competentes que contribuam para reduzir a demora dos processos. Justiça que demora excessivamente prejudica a vítima, enfraquece a confiança da população e compromete a efetividade da resposta ao crime.
- 04
Fundo Nacional de Segurança Pública com prioridade e transparência
Fiscalizar a aplicação dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública, acompanhar critérios, execução e resultados dos repasses e destinar emendas para equipamentos, tecnologia, capacitação, prevenção e modernização das estruturas de segurança de Minas Gerais.
- 05
Combate ao crime organizado
Defender o fortalecimento da investigação financeira e patrimonial, da inteligência policial e da cooperação entre instituições para atingir não apenas quem executa o crime, mas também lideranças, estruturas financeiras e patrimônio das organizações criminosas.
- 06
Enfrentamento aos crimes digitais
Aperfeiçoar a legislação e fortalecer instrumentos de investigação para enfrentar golpes, fraudes, invasões, extorsões e outras práticas criminosas realizadas por meios digitais, garantindo preservação e obtenção legal de provas e maior capacidade de identificação dos autores.
- 07
Penas mais severas e cumprimento efetivo das condenações
Defender a revisão das penas aplicáveis a crimes graves e violentos, especialmente quando os patamares atuais se mostrarem insuficientes diante da gravidade da conduta. Aperfeiçoar também as regras de execução penal para combater a reincidência e evitar que benefícios e progressões de regime resultem em respostas desproporcionais à gravidade do crime, sempre respeitados os princípios e garantias constitucionais.
- 08
Proteção contra golpes e estelionatos
Aperfeiçoar a legislação para tornar mais rigorosa a resposta aos crimes que destroem o patrimônio e as economias das vítimas, especialmente quando praticados de forma reiterada, contra idosos e pessoas vulneráveis ou por organizações especializadas.
- 09
Valorização dos profissionais de segurança pública
Defender uma política nacional de valorização dos profissionais de segurança pública e mecanismos federais que contribuam para reduzir desigualdades remuneratórias entre os Estados, além de melhores condições de trabalho, formação continuada, equipamentos adequados e proteção à saúde física e mental.
- 10
Minas Gerais precisa valorizar quem protege a população
Usar o mandato federal para dar visibilidade à defasagem remuneratória dos profissionais de segurança pública de Minas Gerais, articular soluções com o Estado e defender, no Congresso, mecanismos constitucionalmente viáveis de valorização das carreiras. Quem arrisca a própria vida para proteger a sociedade precisa ser respeitado, equipado e valorizado.
Projetos de lei e propostas de alteração da legislação penal, processual penal e de execução penal; atuação legislativa sobre políticas nacionais de segurança pública; fiscalização do SUSP e do Fundo Nacional de Segurança Pública; emendas ao orçamento federal; articulação institucional; requerimentos de informação; audiências públicas com profissionais, vítimas, especialistas e representantes do sistema de Justiça.
Nenhuma mulher deve viver com medo dentro da própria casa e nenhuma deve perder a vida em razão da violência de gênero. O Brasil já possui leis importantes, mas a proteção ainda falha quando o risco não é corretamente identificado, a medida protetiva não é acompanhada, o agressor não é monitorado, os sistemas não são alimentados ou os órgãos responsáveis não atuam de forma integrada.
Fortalecer a rede de proteção para identificar situações de risco, agir antes da escalada da violência, acompanhar efetivamente as medidas protetivas e garantir resposta rápida do Estado e responsabilização do agressor.
Compromissos legislativos e de mandato
- 01
Avaliação de risco com resposta efetiva
Aperfeiçoar e fiscalizar a aplicação dos protocolos de avaliação de risco para identificar situações que indiquem maior possibilidade de agravamento da violência, como ameaças de morte, perseguição, acesso a armas, reincidência, descumprimento de medidas protetivas e violência contra filhos ou familiares. A identificação do risco deve gerar uma resposta compatível com a gravidade do caso, permitindo prioridade no atendimento, adoção de medidas protetivas adequadas, monitoramento do agressor e acionamento da rede de proteção.
- 02
Medidas protetivas registradas, integradas e fiscalizadas
Fiscalizar a efetiva alimentação e integração dos sistemas nacionais de registro das medidas protetivas, para que as informações estejam disponíveis aos órgãos responsáveis pela proteção e fiscalização. Cobrar dos órgãos competentes a implementação e estruturação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher previstos na Lei Maria da Penha e acompanhar a efetividade e a celeridade da resposta judicial nesses casos.
- 03
Uma vez ouvida, a vítima não deve precisar contar tudo novamente
Defender recursos para equipar delegacias e unidades especializadas com estrutura adequada para registro audiovisual dos depoimentos, permitindo que a prova produzida seja preservada e utilizada nos termos da legislação. Fiscalizar o cumprimento das normas que buscam evitar sucessivas inquirições e a revitimização da mulher ao longo do atendimento policial e judicial.
- 04
Acompanhamento efetivo das medidas protetivas
Fortalecer mecanismos de fiscalização das medidas protetivas, com monitoramento eletrônico dos agressores nos casos previstos em lei, dispositivos de alerta para as vítimas, integração das informações e equipes e viaturas destinadas ao acompanhamento de mulheres em situação de maior risco. Incentivar e apoiar os municípios na estruturação e capacitação de Guardas Municipais para atuação preventiva e comunitária no acompanhamento das medidas protetivas, respeitadas as competências constitucionais das demais forças de segurança.
- 05
Tornozeleira eletrônica e dispositivo de alerta funcionando na prática
Fiscalizar a implementação das normas que determinam ou autorizam o monitoramento eletrônico de agressores e a disponibilização de dispositivos de segurança às vítimas. Cobrar estrutura, tecnologia, equipes responsáveis pelo monitoramento e protocolos de resposta rápida quando houver aproximação indevida ou violação das determinações impostas.
- 06
Resposta firme ao descumprimento de medidas protetivas
Avaliar continuamente a efetividade das penas e das medidas aplicadas aos agressores que descumprem ordens judiciais, especialmente nos casos de reincidência e risco elevado, propondo aperfeiçoamentos legislativos quando a resposta prevista em lei se mostrar insuficiente para proteger a vítima e responsabilizar o agressor.
- 07
Dados confiáveis para prevenir feminicídios
Fiscalizar a qualidade, atualização e integração dos dados nacionais sobre violência doméstica, medidas protetivas, monitoramento eletrônico, reincidência e feminicídio, permitindo identificar falhas na proteção, cobrar resultados e orientar políticas públicas com base em evidências.
- 08
Prevenção começa também nas escolas
Fiscalizar e fortalecer a aplicação das normas que determinam ações educativas de prevenção à violência contra a mulher no ambiente escolar, com conteúdos adequados a cada faixa etária sobre respeito, identificação de situações de violência, relacionamentos abusivos, canais de denúncia e formas de pedir ajuda. Apoiar campanhas permanentes de prevenção voltadas também às famílias e à sociedade.
Aperfeiçoamento da Lei Maria da Penha e da legislação penal e processual relacionada à violência contra a mulher; fiscalização da implementação das normas sobre medidas protetivas e monitoramento eletrônico; fiscalização e acompanhamento dos sistemas nacionais de registro; atuação orçamentária para estruturação da rede de proteção e das forças de segurança; articulação com Judiciário, Ministério Público, Defensorias, Estados e municípios; audiências públicas e fiscalização de resultados.
Denunciar é apenas o primeiro passo. Depois da denúncia, muitas mulheres ainda precisam atravessar delegacias, hospitais, fóruns, serviços sociais e abrigos sem encontrar um atendimento integrado. Romper o ciclo da violência também exige apoio psicológico, orientação, segurança e condições para reconstruir a própria vida.
Garantir atendimento humanizado, integrado e contínuo, do primeiro pedido de ajuda ao recomeço, fortalecendo especialmente o acesso ao acompanhamento psicológico e às condições necessárias para que a mulher possa reconstruir sua vida com segurança e autonomia.
Compromissos legislativos e de mandato
- 01
Casa da Mulher Brasileira mais próxima
Defender recursos federais, expansão e regionalização da Casa da Mulher Brasileira e de estruturas de atendimento integrado, inclusive no interior, aproximando das mulheres serviços de segurança, Justiça, assistência social, saúde, acolhimento e promoção da autonomia econômica.
- 02
Rede de acolhimento com portas conectadas
Fortalecer a integração entre Ligue 180, segurança pública, SUS, assistência social, Defensoria Pública, Ministério Público, Judiciário e serviços estaduais e municipais, para que a mulher seja encaminhada de forma rápida e não precise procurar sozinha cada órgão da rede.
- 03
Abrigo, auxílio-aluguel e condições para um recomeço seguro
Defender recursos e mecanismos que fortaleçam o acolhimento temporário, o transporte seguro e a proteção de mulheres e seus dependentes em situação de risco. Fiscalizar e buscar condições para a efetiva aplicação do auxílio-aluguel previsto na Lei Maria da Penha, permitindo que mulheres em situação de vulnerabilidade tenham apoio temporário para se afastar do agressor e reconstruir a própria vida.
- 04
Apoio psicológico como parte essencial da proteção
Priorizar recursos e emendas parlamentares para ampliar e fortalecer os serviços de atendimento psicológico às mulheres vítimas de violência, inclusive por meio da rede pública e de instituições habilitadas. Defender acompanhamento continuado, e não apenas atendimento emergencial, para auxiliar a mulher e seus filhos na superação dos impactos da violência e na reconstrução de suas vidas.
- 05
Atendimento jurídico e social para reconstruir a vida
Fortalecer serviços que orientem as mulheres sobre seus direitos, medidas protetivas, guarda dos filhos, assistência social, benefícios disponíveis e demais instrumentos necessários para que possam reorganizar a vida após a violência.
- 06
Profissionais preparados para acolher sem revitimizar
Defender treinamento periódico e continuado dos profissionais que atuam diretamente no atendimento às mulheres vítimas de violência, especialmente nas áreas de segurança pública, saúde, assistência social e demais serviços da rede. O atendimento deve ser humanizado, sigiloso e preparado para evitar culpabilização, exposição e repetição desnecessária do relato.
- 07
Parcerias responsáveis com organizações da sociedade civil
Fortalecer mecanismos transparentes de parceria, financiamento, capacitação e avaliação de organizações que prestam atendimento psicológico, social, jurídico e acolhimento às mulheres, especialmente nas regiões onde a estrutura pública ainda é insuficiente.
Emendas orçamentárias para ampliar o atendimento psicológico e fortalecer a rede de acolhimento; fiscalização dos recursos e programas federais destinados às mulheres vítimas de violência; acompanhamento da efetividade do auxílio-aluguel; projetos de lei para aperfeiçoar a assistência às vítimas; articulação com Estado, municípios e instituições da rede de proteção.
A dependência econômica pode impedir a mulher de sair de uma relação abusiva e limitar suas escolhas. A autonomia financeira não substitui a proteção do Estado, mas amplia caminhos reais para o recomeço.
Transformar capacitação em oportunidade concreta de emprego, renda, empreendedorismo e liberdade de decisão.
Compromissos legislativos e de mandato
- 01
Qualificação conectada ao mercado
Defender programas de capacitação profissional, educação digital e certificação voltados às demandas reais de cada região, com prioridade para mulheres em situação de vulnerabilidade ou violência.
- 02
Emprego como caminho de proteção
Aperfeiçoar políticas de intermediação de mão de obra e incentivar empresas a criarem oportunidades de contratação e permanência de mulheres em situação de vulnerabilidade ou violência.
- 03
Apoio às mães trabalhadoras
Fortalecer medidas de flexibilidade responsável de jornada e apoio à parentalidade, facilitando a conciliação entre trabalho e responsabilidades familiares de cuidado, o retorno ao trabalho e o acesso a serviços de cuidado, ampliando a efetividade do Programa Emprega + Mulheres.
- 04
Empreendedorismo com orientação
Fortalecer políticas de acesso a crédito responsável, educação financeira, formalização, mentoria, redes de comercialização e compras públicas, evitando que o crédito sem suporte se transforme em nova dívida.
- 05
Mulheres que multiplicam oportunidades
Incentivar e apoiar, por meio de parcerias e destinação de recursos, projetos de formação de lideranças femininas e redes de mentoria que ampliem o acesso de outras mulheres à informação, capacitação e oportunidades.
- 06
Autonomia dentro da rede de proteção
Fortalecer a integração das políticas de emprego, renda e qualificação à rede de atendimento às mulheres, para que o recomeço econômico caminhe junto com o acolhimento e a proteção.
Proposição e aperfeiçoamento de leis; fiscalização de políticas e programas federais, como o Programa Emprega + Mulheres; destinação de emendas parlamentares para qualificação e inclusão produtiva; articulação com ministérios, Estados, municípios, Institutos Federais, SENAI, SENAC, SEBRAE e empresas.
Toda criança tem o direito de crescer com segurança, dignidade e oportunidades. Proteger a infância exige prevenção, escuta qualificada, investigação, apoio à família e ambientes seguros dentro e fora da internet.
Evitar a violência, interromper rapidamente o abuso e garantir que crianças e adolescentes sejam ouvidos e cuidados sem revitimização.
Compromissos legislativos e de mandato
- 01
Rede integrada de proteção
Fortalecer a articulação entre família, escola, Conselho Tutelar, saúde, assistência, segurança pública, Ministério Público e Judiciário, com protocolos claros de comunicação e resposta.
- 02
Escuta protegida em todo o território
Destinar recursos e cobrar a implementação de salas, equipes e procedimentos de escuta especializada e depoimento especial, preservando a criança e a qualidade da prova.
- 03
Combate ao abuso e à exploração sexual
Aperfeiçoar instrumentos de investigação, cooperação com plataformas, preservação de evidências digitais e responsabilização das redes que aliciam, exploram ou comercializam conteúdo de violência sexual.
- 04
Proteção no ambiente digital
Fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente e propor ajustes para verificação etária, controle parental, canais de denúncia, remoção ágil de conteúdos ilícitos e transparência das plataformas.
- 05
Escolas mais seguras
Fortalecer políticas de prevenção à violência, bullying e cyberbullying, identificação de sinais de abuso, encaminhamento à rede e preparação responsável para situações de risco.
- 06
Esporte, cultura e convivência
Defender recursos para projetos que ocupem o tempo com proteção, disciplina, pertencimento e oportunidades, especialmente em territórios vulneráveis.
- 07
Famílias apoiadas
Ampliar orientação e cuidado psicossocial para responsáveis, inclusive diante de violência, dependência, automutilação, uso nocivo da internet e desaparecimento.
Fiscalização das Leis nº 13.431/2017, 14.344/2022, 14.811/2024 e 15.211/2025; projetos de aperfeiçoamento do ECA e da legislação penal; orçamento para redes municipais e estruturas de escuta protegida.
Saúde mental é parte da saúde e precisa ser tratada com a mesma seriedade. O cuidado não pode começar apenas quando o sofrimento chega a uma situação de crise. Prevenção, atendimento psicológico acessível, identificação precoce e acompanhamento adequado podem evitar o agravamento dos casos e melhorar a qualidade de vida das pessoas e de suas famílias.
Ampliar o acesso ao atendimento psicológico e aos serviços de saúde mental, fortalecendo a prevenção, o diagnóstico precoce e o acompanhamento continuado, com atenção especial às crianças e adolescentes, mulheres, famílias em situação de vulnerabilidade e profissionais de segurança pública.
Compromissos legislativos e de mandato
- 01
Mais acesso a psicólogos e profissionais de saúde mental
Defender recursos federais e destinar emendas para ampliar a capacidade de atendimento psicológico e multiprofissional na rede pública, reduzindo a espera e aproximando o cuidado de quem precisa.
- 02
Fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial
Fiscalizar e defender financiamento adequado para a Rede de Atenção Psicossocial, fortalecendo CAPS, atenção básica, atendimento infantojuvenil, urgência e demais serviços, com integração entre saúde, assistência social e outros setores envolvidos no cuidado.
- 03
Prevenção do suicídio e da automutilação
Fiscalizar a execução da Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio, fortalecer ações de identificação precoce e garantir fluxos adequados de acolhimento e encaminhamento das pessoas em situação de risco, com atenção especial às crianças e adolescentes.
- 04
Saúde mental das mulheres
Fortalecer o acesso ao atendimento psicológico para mulheres, especialmente aquelas em situação de violência, sobrecarga de cuidado, maternidade, luto e vulnerabilidade social e econômica, garantindo acolhimento e acompanhamento adequado.
- 05
Proteção emocional de crianças e adolescentes
Apoiar ações de identificação precoce do sofrimento emocional, orientação às famílias, prevenção e enfrentamento ao bullying e outras formas de violência, além da promoção do uso seguro e saudável da tecnologia, com encaminhamento para atendimento especializado quando necessário.
- 06
Quem protege também precisa ser protegido
Fiscalizar e fortalecer as políticas de saúde mental e prevenção do suicídio destinadas aos profissionais de segurança pública, defendendo atendimento psicológico sigiloso, acompanhamento continuado e acesso ao cuidado sem receio de exposição ou prejuízo profissional.
- 07
Combate ao preconceito e ao estigma sobre saúde mental
Fortalecer campanhas de informação para combater o preconceito contra pessoas que enfrentam sofrimento ou transtornos mentais e o estigma relacionado à busca por atendimento psicológico ou psiquiátrico. Procurar ajuda não pode ser motivo de vergonha ou discriminação.
Emendas orçamentárias para ampliar o atendimento psicológico e fortalecer a Rede de Atenção Psicossocial; fiscalização das políticas nacionais de saúde mental e prevenção do suicídio; projetos de lei e aperfeiçoamentos legislativos; fiscalização da aplicação dos recursos federais; articulação com Estados e municípios.
Cuidar da saúde da mulher exige mais do que informação. É preciso garantir acesso aos exames, diagnóstico no tempo certo, tratamento e acompanhamento. Muitas mulheres ainda convivem por anos com sintomas, enfrentam filas ou precisam se deslocar para conseguir atendimento especializado. Saúde da mulher precisa ser prioridade em todas as fases da vida.
Ampliar o acesso à prevenção, aos exames, ao diagnóstico precoce e ao tratamento, fortalecendo a atenção integral à saúde da mulher e reduzindo as desigualdades de atendimento entre os grandes centros e o interior.
Compromissos legislativos e de mandato
- 01
Mais acesso a exames e consultas
Defender recursos federais e destinar emendas para ampliar a oferta de exames, consultas e atendimento especializado, com atenção especial às regiões onde a população enfrenta maior dificuldade de acesso aos serviços de saúde.
- 02
Menos espera entre a suspeita, o diagnóstico e o tratamento
Fiscalizar filas, prazos e aplicação dos recursos federais, cobrando transparência e eficiência no percurso da paciente entre a suspeita de uma doença, a realização dos exames, a confirmação do diagnóstico e o início do tratamento.
- 03
Prevenção e diagnóstico precoce do câncer feminino
Fortalecer ações de prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce, especialmente dos cânceres de mama e do colo do útero, e fiscalizar o acesso aos exames e ao tratamento pelo SUS.
- 04
Endometriose e outras condições que não podem continuar invisíveis
Defender ampliação do acesso ao diagnóstico e ao tratamento da endometriose e de outras condições ginecológicas que afetam a qualidade de vida das mulheres. Fortalecer a capacitação dos profissionais para identificação dos sinais e sintomas e ampliar o acesso ao atendimento especializado.
- 05
Cuidado em todas as fases da vida
Fortalecer políticas de saúde para adolescência, planejamento reprodutivo, pré-natal, parto, puerpério, climatério, menopausa e envelhecimento, garantindo informação, prevenção e acompanhamento adequado às necessidades de cada fase.
- 06
Saúde física e emocional conectadas
Fortalecer a integração entre atendimento clínico e saúde mental, especialmente para mulheres que enfrentam doenças crônicas, violência, maternidade, luto ou outras situações que produzam impactos físicos e emocionais.
- 07
Saúde mais próxima das mulheres do interior
Defender investimentos em unidades móveis, teleassistência, atendimento especializado e redes regionais de saúde que reduzam deslocamentos e aproximem exames, consultas e acompanhamento das mulheres que vivem fora dos grandes centros.
Emendas orçamentárias para exames, atendimento especializado e ampliação da estrutura de saúde; fiscalização das políticas e dos recursos federais destinados à saúde da mulher; acompanhamento de filas e prazos de atendimento; projetos de lei e aperfeiçoamentos legislativos; articulação com Estado e municípios.
A dependência e o uso abusivo de substâncias podem adoecer pessoas, desestruturar famílias, agravar situações de violência e expor crianças e adolescentes a diferentes riscos. O enfrentamento precisa olhar tanto para as drogas ilícitas quanto para o uso problemático de substâncias lícitas, especialmente o álcool, unindo prevenção, tratamento, apoio às famílias, reinserção social e segurança pública.
Prevenir o uso precoce e abusivo de drogas lícitas e ilícitas, ampliar o acesso ao tratamento e à recuperação, proteger crianças e adolescentes e fortalecer as famílias. No campo das apostas, prevenir a dependência e garantir um ambiente mais responsável e protegido, especialmente para menores e pessoas vulneráveis.
Compromissos legislativos e de mandato
Drogas lícitas e ilícitas: prevenção, tratamento e proteção
01Prevenção desde cedo
Fortalecer programas permanentes de prevenção nas escolas, famílias e comunidades, com informação adequada para cada faixa etária sobre álcool e outras drogas, seus riscos, consequências e formas de buscar ajuda. As ações devem ser contínuas e avaliadas por resultados, e não apenas campanhas isoladas.
- 02
Atenção ao abuso de álcool e sua relação com situações de violência
Fortalecer políticas de prevenção ao consumo abusivo de álcool, com atenção aos impactos sobre a saúde, as famílias, o trânsito e sua associação com situações de violência. Integrar ações de prevenção e identificação do uso problemático aos serviços de saúde, assistência social e às políticas de enfrentamento à violência doméstica.
- 03
Tratamento, recuperação e reinserção social
Defender recursos e fortalecer a rede de atendimento às pessoas com dependência de álcool e outras drogas, garantindo acesso ao tratamento adequado, acompanhamento profissional, apoio às famílias e oportunidades de reinserção social e profissional.
- 04
Apoio às famílias
Fortalecer serviços de orientação e acompanhamento às famílias que convivem com a dependência, reconhecendo que o uso problemático de álcool e outras drogas produz consequências que atingem não apenas o usuário, mas também filhos, companheiros e demais familiares.
- 05
Proteção de crianças e adolescentes
Fortalecer ações de prevenção ao consumo precoce de álcool e outras drogas, identificação de situações de risco, orientação aos responsáveis e atuação integrada da escola, saúde, assistência social e órgãos de proteção. Reforçar também o enfrentamento ao aliciamento e à exploração de crianças e adolescentes pelo tráfico de drogas.
- 06
Combate ao tráfico e às organizações criminosas
Fortalecer inteligência, investigação patrimonial, integração entre as forças de segurança e cooperação institucional para atingir organizações criminosas, lideranças, patrimônio e fluxos financeiros do tráfico.
Apostas: jogo responsável e prevenção ao adoecimento
07Barreira real para menores
Fiscalizar verificação de idade e identidade, publicidade, influenciadores e mecanismos que possam atrair crianças e adolescentes.
- 08
Autocontrole e autoexclusão
Aperfeiçoar limites de tempo e gasto, alertas de risco, histórico acessível e sistema nacional de autoexclusão simples, efetivo e integrado.
- 09
Publicidade responsável
Restringir mensagens que associem aposta a renda fácil, sucesso garantido ou solução financeira e exigir advertências claras sobre risco de perda e dependência.
- 10
Recursos para prevenção e tratamento
Defender financiamento permanente de pesquisa, campanhas, capacitação e atendimento a pessoas e famílias afetadas pelo transtorno do jogo.
Aperfeiçoamento e fiscalização das Leis nº 13.756/2018 e 14.790/2023; controle da publicidade e da proteção a menores; orçamento para prevenção e tratamento; articulação entre Fazenda, Saúde, Justiça, educação e assistência.
A pena precisa ser proporcional à gravidade do crime, aos danos causados à vítima e às circunstâncias da conduta. A legislação também precisa dar uma resposta adequada à reincidência e impedir que a repetição de crimes seja tratada da mesma forma que uma conduta isolada. Combater a impunidade exige olhar para todo o caminho da responsabilização: a pena prevista em lei, a condenação, o regime de cumprimento, a progressão, os benefícios e a fiscalização durante a execução penal.
Aperfeiçoar a legislação penal e a execução das penas, tornando mais rigorosa a resposta ao crime e à reincidência e garantindo maior proporcionalidade entre a gravidade da conduta, os danos causados e a punição prevista em lei.
Compromissos legislativos e de mandato
- 01
Propor a revisão da legislação penal para assegurar maior proporcionalidade entre a gravidade da conduta, os danos causados à vítima e a pena prevista em lei, corrigindo situações em que a resposta penal se mostre insuficiente diante da gravidade do crime.
- 02
Aperfeiçoar a legislação sobre progressão de regime e livramento condicional, estabelecendo critérios mais rigorosos para condenados reincidentes e autores de crimes de elevada gravidade, especialmente aqueles praticados com violência ou grave ameaça, sem afastar a individualização da pena, o devido processo legal e a análise judicial de cada caso.
- 03
Aperfeiçoar as hipóteses legais de substituição da pena privativa de liberdade por penas restritivas de direitos, estabelecendo critérios mais rigorosos nos casos de reincidência dolosa, violência ou grave ameaça, exploração sexual, crimes praticados contra pessoas vulneráveis e participação em organizações criminosas, observados os princípios constitucionais da proporcionalidade e da individualização da pena.
- 04
Aprimorar os critérios para concessão e manutenção de benefícios na execução penal, considerando, nos limites constitucionais e legais, o comportamento do condenado durante o cumprimento da pena, o histórico de reincidência, o cumprimento das condições impostas judicialmente e, quando juridicamente cabível, as medidas destinadas à reparação dos danos causados à vítima.
- 05
Aperfeiçoar a legislação para assegurar a imediata comunicação ao Juízo da Execução Penal quando houver indícios da prática de novo crime doloso por condenado que esteja usufruindo benefício durante o cumprimento da pena, permitindo a pronta análise judicial das consequências previstas em lei, inclusive suspensão cautelar ou revogação do benefício quando juridicamente cabíveis, sempre mediante decisão fundamentada e observância do devido processo legal.
- 06
Fortalecer a integração entre os sistemas da Justiça, das polícias e da administração penitenciária, permitindo a identificação rápida de reincidentes, o cumprimento de mandados de prisão e a fiscalização das condições impostas aos condenados.
- 07
Fortalecer a utilização do monitoramento eletrônico nas hipóteses previstas em lei, garantindo estrutura tecnológica, equipes responsáveis pelo acompanhamento e resposta rápida às violações das condições impostas judicialmente.
- 08
Aperfeiçoar mecanismos para que vítimas sejam informadas, nos casos previstos em lei, sobre decisões da execução penal que possam ter impacto direto em sua segurança, especialmente progressões de regime, solturas e descumprimentos de condições impostas ao condenado.
Apresentar e apoiar projetos de lei para aperfeiçoar o Código Penal, o Código de Processo Penal e a Lei de Execução Penal; atuar nas comissões relacionadas à segurança pública e à legislação penal; fiscalizar a aplicação das normas e dos recursos federais destinados ao sistema penal; cobrar a integração das bases de dados da Justiça, das forças de segurança e do sistema penitenciário; e promover audiências públicas com profissionais da segurança, operadores do Direito, especialistas e vítimas.
Toda proposta deverá passar por análise de constitucionalidade, competência legislativa, impacto orçamentário e capacidade real de implementação.
Um mandato federal presente nos municípios.
As políticas públicas só protegem quando chegam à cidade onde as pessoas vivem. Por isso, o mandato terá uma agenda permanente de diálogo com municípios, consórcios, hospitais, forças de segurança, redes de proteção, universidades e organizações sociais de Minas Gerais.
- Destinar recursos federais com critérios públicos, diagnóstico local e metas de entrega.
- Apoiar a estruturação de projetos para que municípios menores também consigam acessar programas e convênios federais.
- Defender a interiorização das políticas de proteção às mulheres, infância, saúde mental e atendimento especializado.
- Fortalecer a integração regional em segurança, saúde e assistência, inclusive por meio de consórcios e redes compartilhadas.
- Acompanhar a execução das emendas, do empenho à entrega, evitando recursos parados ou obras sem continuidade.
- Manter Uberlândia e o Triângulo Mineiro como referência de trabalho, sem deixar de representar todas as regiões de Minas Gerais.
Prioridade para projetos tecnicamente viáveis, com impacto mensurável, transparência, capacidade de manutenção e benefício direto à população.
Firme, próximo e transparente.
Escuta permanente
Realizar agendas regionais, audiências e reuniões temáticas com vítimas, profissionais, especialistas, gestores e sociedade civil.
Decisões baseadas em evidências
Fundamentar propostas em dados, experiência prática, avaliação de impacto e consulta a quem executará a política.
Transparência do orçamento
Publicar a destinação, o estágio de execução e o resultado das emendas parlamentares.
Fiscalização com consequência
Não limitar a atuação a pedidos de informação: acompanhar respostas, prazos, correções e resultados.
Prestação de contas
Divulgar periodicamente projetos, votos, fiscalizações, audiências, recursos destinados e entregas.
Diálogo sem omissão
Construir soluções com diferentes instituições e correntes políticas sem negociar princípios, proteção das vítimas ou responsabilidade com o dinheiro público.
Revisão do plano
Avaliar anualmente o avanço de cada eixo e atualizar prioridades diante de novas leis, evidências e necessidades da população.
Firmeza contra o crime. Acolhimento para quem precisa.
Respeito às instituições. Resultado para as pessoas.
Onde houver alguém para proteger,
estarei presente.
Não existe uma única lei capaz de resolver problemas construídos ao longo de décadas. Mas existe um jeito responsável de fazer política: conhecer a realidade, estabelecer prioridades, construir soluções possíveis, fiscalizar a execução e não abandonar o problema depois do anúncio.
Meu compromisso é transformar experiência em leis mais firmes, segurança e resultados para a população. Minha missão é proteger.

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